Lisboa foi a primeira parada.  Chegamos no voo da TAP bem cedinho, com as malas já despachadas para Copenhagen. Saímos do aeroporto e eu deixei o Nelson guiar, já que é o único país estrangeiro cuja língua ele domina. Além de tudo, ele já tinha estado lá e se lembrava de todos os pontos turísticos.

Descemos de ônibus para a praça Marquês de Pombal. Muito bacana mesmo, a praça. De lá, à pé, pela av. Liberdade até a praça do Comércio, que fica no Atlântico. Era tão cedo que não havia movimento, só alguns bebuns, renitentes da festança do fim de semana anterior, que foi dos Santos. Era dia de Santo Antônio e parece que lá em Portugal eles comemoram todos os santos naqueles dias.

Vimos a praça do comércio e o cais Sodré, onde tomamos o trole para Belém. Lá, fomos primeiro ao Padrão do Descobrimento, que é à beira do Tejo e homenageia os heróis que fizeram de Portugal uma terra de conquistadores, começando por Cabral. Eu tinha ouvido antes que os lusos costumavam chamar lá de “eu vou primeiro”, mas acho que é maldade dos brasileiros. Fomos, então, à torre de Belém, que estava fechada para visitação. Então só a vi por fora. É linda mesmo assim… Mas o ponto alto de Belém são mesmo os Pastéis. São docinhos tipo mil folhas, com um recheio de ovos moles, açúcar e canela que é de enlouquecer. Bom demais.

Voltamos para o centro e fomos ver a igreja de Santo Antônio. Promessas e mais promessas vãs. Tudo bem. eu espero… Estava lotado por causa da festa do Santinho e eu acabei desistindo de entrar na igreja. Afinal, todo mundo sabe que os Europeus não primam pelo perfume, e entrar numa igreja lotada deles não é a minha idéia de divertimento…

Subimos depois para Alfama, cuja vista de Lisboa é impressionante e de lá fomos ao Rossio, ver a estátua de Pessoa.

O camarada está lá, sentado a uma mesinha, fazendo pose de poeta, tal e qual Drumond na praia de copacabana. Há uma cadeira do lado pra gente se sentar e tirar fotos. Só que na hora que eu cheguei não é que tinha um estadunidense lá, abancado como se não fosse sair. E não sairia mesmo, se eu não pedisse.

O gringo sem noção é este de pé ao meu lado, com os óculos parecendo que saiu de um camelô da Uruguaiana no carnaval carioca.

Almoçamos num lugarzinho charmosíssimo e depois fomos direto pro Aeroporto. Pena não ter conseguido falar com a prima Gyovana, que está morando lá. Achei que era mais fácil de conseguir internet, mas por causa do feriadão, e mesmo a estrutura lusitana não está lá essas coisas com a informática. Tinha de parar num Starbucks, o rei do café péssimo, pra conseguir acesso wi fi. Prefiro nem tentar. kkkk Starbucks é o maquidonaldis dos cafés. PÉÉÉSSIIIMOOOOO!!!

Voltamos para o aeroporto e nem lá consegui conexão. Bem complicado mesmo. Só fui obter ontem, aqui no Hotel de Copenhagen. Muito bom. chegamos às 22 horas e já tomamos um trem do aeroporto para a estação central. 3 euros. Muito bom mesmo, porque o babaca que vendeu as passagens pra gente, da conexão turismo, queria vender um transfer de 200 euros, acreditam? Chegamos e nos alojamos e eu caí de sono, porque já estava bem cansado.

Amanhã vai ser outro dia. hehehe…

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