Ontem foi feriado aqui no Rio de Janeiro. Ao contrário do que diz a aspirante a secretária de cultura do governo federal, que imaginava ser o aniversário do Rio, era dia do padroeiro, São Sebastião. Um santo mártir, crivado de flechas, amarrado a um tronco e representante da comunidade gay. A aspira é tão estúpida que nem sabe que o aniversário da cidade não é comemorado com feriado.

Mas enfim, aproveitando o dia sem trabalho, fui visitar minha amiga Mariana, devidamente munido de um delicioso bolo de pamonha, para tomar um café, conversar fiado e conhecer Judith, a filha felina da minha amiga.

Judith é uma gatinha de no máximo 50 dias. Pretinha, espertinha como todos os felinos e a coisa mais “iti malia” do mundo!

Estava lá também a Cláudia. Claudia trabalhou com teatro no Rio de Janeiro nos anos 80, mas o que ela gosta mesmo é de pesquisar. É daquelas intelectuais sérias, professora da Universidade Federal de São João del-Rei. Aí, já imaginou, né? Papo pra mais de metro!

Mas o peculiar foi que ela estava ciente da crise hídrica que se abate sobre o Rio de Janeiro e trouxe, desde São João, um daqueles galões de 20 litros de água mineral. É mole? Trouxe na bagagem do ônibus, andou de táxi com esse vagão e, certamente, foi bem zoada durante todo o percurso.

O melhor é: na casa da Mariana, nem tem lugar para emborcar o tal galão. Colocamos um pouco de água na parte de baixo do filtro de barro e vida que segue! Hahaha. Salve Claudia, precavida que só!

Olha a Judith aí. É filha da Mariana mesmo: adora um livro!

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