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Hoje o assunto mais vibrante, impossível de se deixar passar, é a repercussão do discurso de um tal Alvim.

Este homem foi um diretor de teatro de um certo sucesso, teve algumas peças premiadas e tentou dirigir um teatro e um espaço cultural em São Paulo. A inépcia o impediu de ter sucesso. De repente, foi surpreendido por um câncer e atribui a cura dessa doença a um milagre divino. Com isso em mente, converteu-se ao mais tacanho catolicismo, virou discípulo daquele pseudo astrólogo da Virgínia e nessa qualidade foi alçado ao representante federal da cultura.

Tentou implantar a visão totalitária e fascista da arte que o sujeito que ora ocupa a cadeira do Planalto pretende como arte (como se ele entendesse alguma coisa disso, um sujeito que pensa que livros com muita coisa escrita têm de ser suavizados). Ontem esse sujeito abjeto divulgou um vídeo em que copia deslavadamente a estética, a forma e o conteúdo do Joseph Goebbels. Depois de manifestações à direita e à esquerda, foi defenestrado do governo.

Não obstante, o plano continua lá. O edital que vai premiar a “arte” pensada por essa subsecretaria instalada dentro do ministério do turismo continua em vigor. O sujeitinho só caiu porque o Rodrigo Maia e o Alcolumbre chiaram e o ocupante do Planalto sabe que sem os dois, tá no sal. Caso contrário, de nada adiantariam as vozes – como a minha – que se ergueram nas redes sociais contra esse absurdo. E o que isso significa? Que o projeto continua lá. O cara só saiu porque explicitou o que já era por demais evidente: esse governo tem orientação nazifascista!

Meu único consolo será se Alvim não conseguir outro emprego, porque aí vai ter de se haver com as dívidas que oportunamente seriam sanadas por esse emprego público, recheado de verbas boas para serem abocanhadas.

Ele que volte para o esgoto de onde surgiu.

0 resposta

  1. Na minha opinião, muito mais que os cri-cris do Maia Jr e do Ai-culumbre, foi mais a grita do embaixador de Israel, amigo pessoal de JB. Porque, aí tem……

  2. Acho graça esse pessoal que canta louvores ao divino pela cura, mas não comenta nadica de nada dos médicos, enfermeiros, equipe de apoio e familiares que ficam ali junto do enfermo. Não que desacredite na força da fé, que é um alento e guia em momentos difíceis, mas é muito mal agradecismo.
    Voltando ao merecidamente defenestrado Alvim: ele e Goebels tinham em comum, além do que estava claro no vídeo, o mundo do teatro. Se consideravam muito talentosos, mas que não eram reconhecidos devidamente pelo mundo. Ou seja, dois rancorosos e raivosos ditadores ao impor seus ideais.

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